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Talvez um dia...Eu ainda veja...
Um mundo diferente.
Sem essa cinza, que cega olhos
E escurece, o coração da gente.
Um mundo diferente.
Sem essa cinza, que cega olhos
E escurece, o coração da gente.
Quem sabe um dia...Eu ainda veja...
Crianças correndo soltas.
Feito aves... Livres de perigos,
Sem chagas... Sem ter que se esconderem,
Em becos escuros, feito anjos acorrentados,
Entre o mau e o bem.
Talvez eu ainda veja...Todas as Mãos unidas.
Velho e jovem...Mil homens...
A mesma vida.
Num só abraço...Uma mesma bagagem...
Talvez eu ainda veja...Ou talvez morra sem ver.
Não sei do meu destino, mas vou seguindo.
Vagando sobre um mundo cinza,
Sem saber o que fazer.
Eu e a joaninha.
Entre pulgões e cochonilhas,
As duas pequeninas,
Tentando passar a portinha
E vencer essa sonora trilha,
De lamento e dor.
Talvez eu consiga...
Juntamente com a joaninha,
Que com sua exuberante cor,
Me inspira a amar...Me inspira ao amor.
Vamos joaninha?
Sem chagas... Sem ter que se esconderem,
Em becos escuros, feito anjos acorrentados,
Entre o mau e o bem.
Talvez eu ainda veja...Todas as Mãos unidas.
Velho e jovem...Mil homens...
A mesma vida.
Num só abraço...Uma mesma bagagem...
Talvez eu ainda veja...Ou talvez morra sem ver.
Não sei do meu destino, mas vou seguindo.
Vagando sobre um mundo cinza,
Sem saber o que fazer.
Eu e a joaninha.
Entre pulgões e cochonilhas,
As duas pequeninas,
Tentando passar a portinha
E vencer essa sonora trilha,
De lamento e dor.
Talvez eu consiga...
Juntamente com a joaninha,
Que com sua exuberante cor,
Me inspira a amar...Me inspira ao amor.
Vamos joaninha?
Talvez um dia...Eu veja...
Maria de Fatima

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