SEGUIDORES

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

SAUDADE DAQUELE TEMPO (DUETO)



Quanta saudade daquele tempo...
Em que corria livre como uma borboleta...
Por entre as margaridas e violetas...
Em prisma...desnuda sem contratempo. *

Onde o espírito nas alturas
 Divagava sonhos de crianças
Onde eu suportava as agruras
Nas tênues asas da esperança **

Lembro-me ainda das travessuras...
Do esconde-esconde...escalar muros...
Cabelos ao vento...na alma alvura...
Sonhos inocentes...sorriso puro. *

Jorro forte d’alegria infrene 
Infância que não me sai da memória
Que o outrora para mim  acene
É o primórdio da minha glória **

Meus versos hoje deixo aqui...
Num poema que tenho tatuado n'alma...
Como um canto que encanta e me acalma...
Duma infância que nunca esqueci. *

Quanta saudade daquele tempo...
Em que corria livre como uma borboleta...

Maria de Fatima e Valdomiro da Costa

Nenhum comentário:

Postar um comentário